Flávia Mendes

DIREITO DA SAÚDE

O plano de saúde negou, mas o seu tratamento não pode esperar?

Atuação jurídica especializada para buscar cobertura de medicamentos, cirurgias, exames, terapias e home care.

SERVIÇOS

Como posso te ajudar?

Conheça alguns dos serviços:

Medicamento de alto custo para pacientes com câncer, doenças autoimunes e doenças raras.

Cirurgias pelo procedimento ou técnica indicada pelo médico.

Home care para internação domiciliar, enfermagem, equipamentos ou insumos.

Tutelas e liminares urgentes para situações que exigem resposta rápida.

Isenção de Imposto de Renda para aposentados e pensionistas portadores de doenças graves.

Limitação ou revisão da coparticipação para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

SOBRE A ADVOGADA

Flávia Mendes

OAB/MG 94.138 
 

Advogada especialista em Direito Médico/Hospitalar e da Saúde.

Membra da Comissão de Direito Médico, Odontológico e da Saúde da OAB de Uberlândia/MG.

Minha trajetória profissional é construída sobre uma experiência de mais de duas décadas na advocacia, sempre buscando unir conhecimento técnico, estratégia jurídica e uma compreensão aprofundada das necessidades de cada cliente.

Minha experiência abrange, entre outros temas, negativa de cobertura por planos de saúde, internações, tratamentos e procedimentos de alta complexidade, home care, responsabilidade civil médica e hospitalar, contratos, consentimento informado e questões regulatórias relacionadas à atividade na área da saúde.

A atuação junto a instituições hospitalares também me proporcionou uma visão diferenciada do Direito da Saúde, permitindo compreender não apenas a perspectiva do paciente, mas também os desafios jurídicos, administrativos e contratuais enfrentados pelos prestadores de serviços de saúde.

DEPOIMENTOS

O QUE DIZEM NOSSOS CLIENTES?

Perguntas Frequentes

Confira algumas perguntas frequentes que recebemos em nosso escritório.

Se o plano de saúde negou uma cirurgia indicada pelo médico, o paciente deve solicitar a negativa por escrito, com a justificativa apresentada pela operadora, e reunir o relatório médico, exames e demais documentos relacionados ao tratamento.

A negativa pode ser questionada administrativa e judicialmente, especialmente quando a cirurgia é necessária para o tratamento da doença coberta pelo plano e foi devidamente indicada pelo médico assistente.

Em situações de urgência ou quando a demora puder agravar o quadro clínico, é possível ingressar com uma ação judicial com pedido de liminar, buscando a autorização e o custeio do procedimento pelo plano de saúde.

Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando o contrato, a indicação médica, o motivo da negativa e as circunstâncias clínicas do paciente.

Sim. Quando o plano de saúde nega o fornecimento de medicamento de alto custo prescrito pelo médico, é possível buscar judicialmente a cobertura, inclusive por meio de pedido de liminar.

Para isso, é importante reunir a prescrição e o relatório médico detalhado, exames, justificativa para utilização do medicamento e a negativa formal do plano de saúde.

A análise depende do caso concreto, especialmente da cobertura contratual, da indicação médica, do registro do medicamento na Anvisa e do motivo apresentado pela operadora para a negativa.

Quando houver risco de agravamento do quadro clínico ou prejuízo decorrente da demora, a urgência pode justificar o pedido de tutela judicial para que o tratamento seja iniciado ou mantido.

Peça a justificativa por escrito e entre em contato imediatamente com um advogado especializado. Em situações urgentes, avaliamos a possibilidade de obtenção de uma decisão liminar para garantir o tratamento.

A cobrança de coparticipação excessiva pelo plano de saúde pode inviabilizar o tratamento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente quando envolve terapias contínuas e multidisciplinares.

Em determinadas situações, é possível buscar judicialmente a limitação ou revisão da coparticipação, inclusive por meio de pedido de liminar, para garantir a continuidade do tratamento sem que os valores cobrados se tornem desproporcionais ou impeçam o acesso às terapias prescritas.

 

Sim. Muitos planos de saúde negam a cirurgia robótica sob a justificativa de que se trata de “técnica experimental” ou que existem “alternativas convencionais“. No entanto, a cirurgia robótica deve ser coberta pelo plano de saúde se houver indicação médica fundamentada, demonstrando a imprescindibilidade do uso da técnica robótica, e respaldo técnico-científico, mesmo que não esteja no rol da ANS.

A glosa médica indevida pode gerar prejuízos ao médico, clínica ou hospital quando a operadora deixa de pagar, total ou parcialmente, procedimentos, materiais ou honorários regularmente realizados e documentados.

Quando a glosa não apresenta justificativa contratual ou técnica válida, é possível questionar a cobrança judicialmente e buscar o recebimento dos valores devidos.

Para isso, é importante reunir o contrato firmado com a operadora, contas médicas, notas fiscais, prontuários, autorizações, demonstrativos de glosa e as justificativas apresentadas para o não pagamento.

A análise deve verificar se a glosa está de acordo com o contrato e se a operadora efetivamente demonstrou o motivo da recusa do pagamento.

O descredenciamento de uma clínica ou profissional por uma operadora de plano de saúde deve observar o contrato firmado entre as partes e as normas aplicáveis ao relacionamento com a rede credenciada.

A operadora não pode simplesmente interromper o vínculo contratual sem observar as regras de rescisão, comunicação e eventuais obrigações previstas no contrato. Dependendo das circunstâncias, o descredenciamento realizado de forma irregular pode ser questionado judicialmente.

Quando houver irregularidades, podem ser adotadas medidas para questionar o descredenciamento e buscar a preservação ou recomposição dos direitos da clínica ou profissional.

DIFERENCIAIS

Por que contratar o nosso escritório?

Mais de 20 anos de experiência em demandas contra planos de saúde e responsabilidade civil médica.

Liminares urgentes para garantir exames, medicamentos, internações, procedimentos e home care.

Atuação rápida e estratégica no judiciário.

Atendimento online e humanizado em todo o Brasil.

Últimos trabalhos

Nossos casos de sucesso

JUSTIÇA DETERMINA QUE PLANO DE SAÚDE FORNEÇA, EM 24 HORAS, MEDICAMENTO DE ALTO CUSTO PARA PACIENTE COM LÚPUS.

Decisão da 2ª Vara Cível de Uberlândia deferiu pedido, em sede de tutela, com base na urgência do tratamento e no direito fundamental à saúde. A magistratura reconheceu que, em casos como esse, o plano deve garantir a medicação prescrita pelo médico responsável, mesmo diante de alegações sobre limitações do rol da ANS.

PLANO DE SAÚDE É CONDENADO A FORNECER E CUSTEAR TRATAMENTO HOME CARE A PACIENTE DE 99 ANOS DE IDADE.

Segundo o Magistrado, o home care reduz custos em relação à internação hospitalar, diminui o risco de infecções hospitalares e favorece o conforto, humanização e recuperação do paciente, não havendo justificativa razoável para o plano negar o custeio.

JUSTIÇA OBRIGA PLANO DE SAÚDE A FORNECER TRATAMENTO ONCOLÓGICO À PACIENTE DIAGNOSTICADO COM MIELOMA MÚLTIPLO.

De acordo com a decisão do Juiz, tratando-se de situação de urgência e emergência, uma vez cumprido o prazo de carência de 24 horas previsto no art. 12 da Lei 9.658/98, a parte faz jus à cobertura do tratamento médico, mostrando-se abusiva a negativa, ainda que a situação tenha advindo de doença preexistente.

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